Reator chinês chamado de ”sol artificial ” e o futuro da energia limpa

O mundo todo busca a tão sonhada energia limpa, sendo a usina nuclear a mais utilizada que ainda sim gera problemas no descarte de materiais radioativos, em alguns países se utiliza bastante da energia eólica e também da energia solar mas claro que são energias mais limitadas que a da usina por fusão por exemplo.

Reator de fusão na China
Reator de Fusão em Chengdu na China [Foto: demokrasi.co.id]

Pensando em algo que gerasse uma energia maior que a usina nuclear e com maior segurança, a China criou o famoso ” sol artificial ” que funciona através de uma fusão nuclear controlada, esse apelido não foi dado atoa visto que ele consegue funcionar a 150.000.000 de graus celsius enquanto o sol possui cerca de 15.000.000 de graus celsius.

O processo de fusão nuclear é ecologicamente correto já que não cria lixo radioativo e tem baixas chances de acidentes mas a longo prazo, o custo para manter o processo ocorrendo é absurdamente caro mas vantajoso.

Para que não haja confusão, o processo de fusão é diferente do processo de fissão que é utilizado para bombas atômicas e usinas a partir da divisão do núcleo em fragmentos que liberam energia, no caso da fusão nuclear dois ou mais núcleos atômicos se juntam e formam um outro núcleo de maior número atômico usando muita energia para acontecer.

O HL-2M funciona como um ”Sol Artificial” [Foto: Caixin Global]

O dispositivo tem como nome técnico HL-2M Tokamak e funciona a partir do confinamento de plasmas de alta temperatura em seu interior, junto a isso campos magnéticos seguram o plasma (o processo é conhecido como confinamento magnético) para que a temperatura não destrua a estrutura e cause algum problema. O projeto já vinha sendo trabalhado em 2006 com variantes de tamanho do HL usando a mesma lógica (inclusive temos 3 Tokamaks no Brasil em tamanho pequeno).

A China é um país gigantesco e é conhecido por ser um dos países que mais poluem no mundo, crescendo basicamente pela energia fóssil mas que ainda sim investe em pesquisas para melhorar o abastecimento elétrico, o HL-2M é parte de um projeto chamado ITER que é o maior projeto de fusão nuclear do mundo que está sendo construído na França e envolve a União Europeia, Estados Unidos, Japão, Índia, Coréia do Sul, China e Rússia.

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